
Determinar a quantidade a ser produzida de um determinado produto não é uma tarefa das mais simples. Requer logicamente um bom planejamento e um controle acurado das informações relacionadas a ele. E o que dizer então das necessidades de materiais para produzi-lo? É uma tarefa um tanto quanto mais complexa, dependendo do número de materiais necessários para fabricar o produto. Mais diante do conhecimento de algumas técnicas e posse de algumas tecnologias, é possível planejar com facilidade as necessidades de materiais da produção.
Entre as técnicas disponíveis, o MRP (do Inglês: Material Requirements Planning / Planejamento dos Recursos Materiais) é uma das mais populares e fáceis de operacionalizar. Basicamente, a lógica por trás dele consiste em conhecer a estrutura de materiais componentes de um produto e, em seguida, determinar a quantidade necessária de cada um desses materiais, levando em consideração o estoque e os recebimentos programados dos mesmos.
Entretanto, apesar de o MRP ser bastante conhecido por alguns profissionais como engenheiros de produção e administradores de empresa, a impressão que se tem é que o mesmo só tem utilidade no ambiente industrial. Mas ,entendendo que a lógica do MRP é utilizada no planejamento das necessidades de materiais na montagem de produtos, certamente fica mais fácil enteder sua ampla aplicabilidade.
De fato, o MRP pode ser empregado tanto área industrial, para montar um móvel, por exemplo, como na área de serviços, para montar um prato em um restaurante. Mesmo em ambientes menos óbvios, como em um escritório, em que também há a montagem de produtos, como o "kit de materiais" (papel, tinta, caneta, grampo, etc) necessário para que cada unidade possa desempenhar suas atividades normais, pode-se (e deve-se) usar a lógica por trás do MRP.
Para saber mais:
PEINADO, Jurandir; GRAEML, Alexandre Reis. Administração da Produção: operações industriais e de serviços. Curitiba: UnicemP, 2007.
Entre as técnicas disponíveis, o MRP (do Inglês: Material Requirements Planning / Planejamento dos Recursos Materiais) é uma das mais populares e fáceis de operacionalizar. Basicamente, a lógica por trás dele consiste em conhecer a estrutura de materiais componentes de um produto e, em seguida, determinar a quantidade necessária de cada um desses materiais, levando em consideração o estoque e os recebimentos programados dos mesmos.
Entretanto, apesar de o MRP ser bastante conhecido por alguns profissionais como engenheiros de produção e administradores de empresa, a impressão que se tem é que o mesmo só tem utilidade no ambiente industrial. Mas ,entendendo que a lógica do MRP é utilizada no planejamento das necessidades de materiais na montagem de produtos, certamente fica mais fácil enteder sua ampla aplicabilidade.
De fato, o MRP pode ser empregado tanto área industrial, para montar um móvel, por exemplo, como na área de serviços, para montar um prato em um restaurante. Mesmo em ambientes menos óbvios, como em um escritório, em que também há a montagem de produtos, como o "kit de materiais" (papel, tinta, caneta, grampo, etc) necessário para que cada unidade possa desempenhar suas atividades normais, pode-se (e deve-se) usar a lógica por trás do MRP.
Para saber mais:
PEINADO, Jurandir; GRAEML, Alexandre Reis. Administração da Produção: operações industriais e de serviços. Curitiba: UnicemP, 2007.


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