
Sim, já é quase redudante falar, tanto entre os profissionais quanto nas empresas, o quão importante é desenvolver as competências individuais e grupais para que se possa atingir os objetivos de uma organização. Isso pode ser verificado pelo crescente número de capacitações ora demandado pelos próprios profissionais ora ofertado pelas empresas aos seu funcionários a cada dia. Mas será que isso é o suficiente?
Para que os resultados de tantas capacitações sejam satisfatórios e realmente provoquem mudanças nas organizações, é importante que se entenda o que é necessário para se trabalhar nos profissionais quando o assunto é competências. E uma das maneiras mais simples de compreender essas necessidades é conhecer os pilares das competências.
Normalmente quando se fala em competências, pensa-se logo nos conhecimentos que temos e, em segundo lugar, nas habilidades. De fato, o conhecimento, que consiste no saber, em si não garante que o profissional vá atingir um resultado esperado. Para isso, ele precisa de habilidades, que consiste no saber fazer. Mas mesmo tendo habilidades para aplicar nossos conhecimentos no dia-a-dia tão pouco representa o sucesso de todo esse esforço.
As empresas e, logicamente, os próprios profissionais precisam conhecer e mapear o que leva os profissionais a exercitar suas habilidades de um determinado conhecimento. É o que se chama de atitude, que consiste no querer fazer. Junto com os dois outros constituem o que se chama de pilares das competências. Mas diferentemente do conhecimento e das habilidades, que tem haver com questões técnicas, a atitude está ligada ao comportamento e, portanto, é muito mais difícil de se trabalhar, porém um processo praticamente indispensável.
Conhecidos os três pilares das competências, popularmente representados por CHA (Conhecimento, Habilidades e Atitude), deve-se desenvover cada um com o mesmo grau de importância, com o risco de todo um conjunto de capacitações ruir chão abaixo. Afinal, pilares bens construídos não dão conta das funções de outros mal levantados.
Para que os resultados de tantas capacitações sejam satisfatórios e realmente provoquem mudanças nas organizações, é importante que se entenda o que é necessário para se trabalhar nos profissionais quando o assunto é competências. E uma das maneiras mais simples de compreender essas necessidades é conhecer os pilares das competências.
Normalmente quando se fala em competências, pensa-se logo nos conhecimentos que temos e, em segundo lugar, nas habilidades. De fato, o conhecimento, que consiste no saber, em si não garante que o profissional vá atingir um resultado esperado. Para isso, ele precisa de habilidades, que consiste no saber fazer. Mas mesmo tendo habilidades para aplicar nossos conhecimentos no dia-a-dia tão pouco representa o sucesso de todo esse esforço.
As empresas e, logicamente, os próprios profissionais precisam conhecer e mapear o que leva os profissionais a exercitar suas habilidades de um determinado conhecimento. É o que se chama de atitude, que consiste no querer fazer. Junto com os dois outros constituem o que se chama de pilares das competências. Mas diferentemente do conhecimento e das habilidades, que tem haver com questões técnicas, a atitude está ligada ao comportamento e, portanto, é muito mais difícil de se trabalhar, porém um processo praticamente indispensável.
Conhecidos os três pilares das competências, popularmente representados por CHA (Conhecimento, Habilidades e Atitude), deve-se desenvover cada um com o mesmo grau de importância, com o risco de todo um conjunto de capacitações ruir chão abaixo. Afinal, pilares bens construídos não dão conta das funções de outros mal levantados.


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